Braves at Phillies – Série Completa.

Jogo 1 – 6/5/2011: Atlanta Braves 5 x 0 Philadelphia Phillies (Derek Lowe x Cliff Lee)

Parece sacanagem. Cliff Lee é, sem sombra de dúvidas, um dos melhores pitchers da liga. Após nos dar alegrias em 2009, saiu dos Rangers e voltou para a Philadelphia para ser parte importante da nossa – assim chamada – super-rotação. Mas parece que é de sacanagem.

Lee está 2-3 na temporada. Seria por atuações ruins? Pior que não. Foram 7 jogos com mais de 10 eliminados por strikeouts, uma média de quase 7 IP e até um complete game shutout contra Washington (14/4). Claro, ele realmente foi mal no seu segundo jogo, justamente contra Atlanta, cedendo 6 corridas em 3.1 IP, mas de lá pra cá o que ele fez de errado?

Parece que é de sacanagem. Sacanagem do ataque dos Phillies em não dar o mínimo suporte em corridas para o ace. Nos últimos 3 jogos, os Phillies marcaram apenas UMA corrida para Lee.

O jogo foi um show de Derek Lowe e uma bizarrice do ataque dos Phillies. Enquanto Lee conseguia 16 STRIKEOUTS (melhor marca da carreira), Derek Lowe seguia ganhando um No-Hitter até a 7 entrada, quando Shane Victorino nos poupou da vergonha. Lee cedeu 3 corridas seguidas, uma após a outra, na 3 entrada e Baez tomou mais duas. O ataque dos Phillies? Inoperante. Duas rebatidas válidas e só.

Danys Baez de closer é desespero mesmo. Voltem Lidge e Contreras!

Jogo 2 – 7/5/2011: Atlanta Braves 0 x 3 Philadelphia Phillies (Julio Teheran x Kyle Kendrick)

Roy Oswalt teve que se ausentar do time para cuidar de seus familiares. Sua ausência não foi tão sentida, já que por milagres da agenda podemos “pular” sua parte da rotação contra os Nats e para o final de semana ele já estaria de volta.

Estaria. Acontece que Oswalt voltou a reclamar de dores na costa e foi colocado na DL-15 retroativa para 28 Abril (Estará apto a reativação no dia 13/5). Com isso, quem acabou aparecendo de starter foi o Kyle Kendrick.

Confesso que torci o nariz no primeiro momento, mas tudo foi melhor do que esperava. Kendrick foi muito inteligente, e mesmo sem conseguir arremessar um número grande de pitches, arrancou 3 strikeouts e sofreu apenas duas rebatidas. Os Phillies ainda contaram com boas atuações do Bullpen (Romero, Bastardo, Stutes e Madson) para devolver o shutout da sexta-feira.

Mas o jogo não foi nada fácil. A nossa sorte é que os Braves decidiram colocar Julio Teheran, top-prospect, para fazer sua estréia na Major League e o jovem de 20 anos não aguentou a pressão. Sofreu o 260º Home-Run da Carreira de Ryan Howard e corridas impulsionadas por Shane Victorino (Jimmy Rollins marcou) e Pete Orr (Ben Francisco marcou).

Série empatada.

Jogo 3 – 8/5/2011: Atlanta Braves 5 x 2 Philadelphia Phillies (Jar Jurrjens x Cole Hamels)

É verdade que a série confrontava os dois times de menor ERA da National League. É verdade que a série confrontava os dois times da NL-East que foram a Pós-Temporada no último ano (Braves via Wild Card). Mas também é verdade que o ataque dos Phillies está acomodado com os excelentes pitchers que temos.

Cole Hamels jogou muito bem, não há o que negar. Ele sofreu 3 corridas, através de 2 HR (Claras falhas). Porém, apenas 5 hits e 1 walk, com 9 strikeouts em 7 innings.  Michael Stutes que foi mal. Com apenas uma eliminação, cedeu um home-run de duas corridas e encheu duas bases. Largou uma re bordosa nas mãos de Mathieson, que cedeu uma rebatida e ficou com as bases cheias e apenas um eliminado. E o pior: precisando enfrentar Brian McCann e Dan Uggla.

Mathieson saiu ileso.

O ataque dos Phillies não foi nem um pouco decisivo. Conseguiu 12 rebatidas válidas, 4 a mais que o adversário, mas não transformou isso em corridas. Apenas Polanco conseguiu impulsionar alguém pro Home Plate.

Team RISP: 3-11. Isso já responde tudo. Ridículo.

Saldão Geral

Entendo que a série realmente era difícil. Também posso levar em consideração que ainda somos o time com melhor Winning Percentage e a maior quantidade de vitórias, empatado com os Indians. Mas não podemos ignorar o que aconteceu: Perdemos a primeira série para times da mesma divisão desde setembro do ano passado.

Não vou eleger aqui culpados. O time todo ofensivamente se portou muito mal perante a série e os Braves não perdoaram os poucos erros defensivos que foram cometidos.

Temos que levantar, sacudir e a poeira e dar a volta por cima, porque esse mês será o mais complicado de toda a nossa temporada e se quiseremos chegar a World Series, precisamos mais do que sobreviver, mas dominá-lo por completo.

Precisamos da tática Blitzkrieg alemã: Marcar corridas logo no início e deixar o time adversário desestabilizado. Nossos adversários serão, em ordem: Marlins e Braves (2º e 3º lugar na Divisão com 20w), St Louis Cardinals (Líder NL-Central), Colorado Rockies (Líder Divisão Oeste), Texas Rangers (Atuais campeões da American League) e Cincinnati Reds (Atuais campeões da NL-Central).

E ainda fechamos o mês contra os Mets em New York!

Ou seja, o bicho vai pegar muito mais sério do que pegou nesse final de semana e não podemos abrir mão de tantas vitórias.

Go Phillies e coloquem uma mira a laser no bastão do Ryan Howard.

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